quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Sessão Nostalgia (2011)
- Acreditar -
Eu só queria saber o que realmente fazer da minha vida agora.
Eu estou destruída. Uma verdadeira sombra do que eu costumava ser
E ainda assim eu te amo...
E ainda assim eu te sinto...
E ainda assim eu não suporto.
Toda a dor que você me fez passar , me enganando, mentindo pra mim, ainda está aqui no meu peito... fez um buraco enorme, que ainda está me matando por dentro, cada vez mais, lentamente.
Mas eu ainda te quero ao meu lado...
Ainda quero te dar todo o meu amor...
Ainda quero sorrir com você...
Eu quero te perdoar!
Mas será que você vai mesmo mudar, vai mesmo nunca mais me magoar, vai mesmo conseguir me fazer esquecer tudo o que você fez...
Isso, com certeza, só saberei se te der essa chance. Pra saber disso, vou ter que me arriscar a sofrer tudo isso de novo.
Mas e se você não mudar?
E se você me machucar de novo?
E se você continuar a ser esse cara do qual tenho medo?
Medo de quando grita
Medo de quando vai embora
Medo de quando está vivendo sem mim
Medo de qual coisa vai me jogar na cara
Medo de quando vai me fazer sofrer
E ainda assim, eu te amo mais que tudo...
Muito mais que à mim
E eu só me sinto bem com você.
E eu só me sinto alguém, do seu lado.
E eu só sinto você...
Muda, por favor...
Eu quero acreditar...
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Sessão Nostalgia (2010)
- Você Vai Acreditar? -
Eu não sei o que fazer,
Não sei mais o que dizer,
Que faça você acreditar
Que eu nasci pra te amar
Que eu não vou ,mais te machucar.
Que a minha vida inteira eu vou me culpar
Por ter te feito sangrar.
Você não consegue acreditar
Que eu não vou mais reclamar.
Nem mesmo se você me humilhar.
Eu só não consigo mais aguentar
Ver que você não consegue mais acreditar.
Mas, eu entendo, que seja difícil voltar a acreditar
Em alguém que pode tanto te machucar...
Mas eu vou continuar
E vou te mostrar
Que além de não mais te machucar
Eu vou viver só pra te amar...
Um dia você vai voltar a acreditar,
Em todas as palavras que estou a te dar.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Virtudes e Defeitos
Tenho uma teoria:
"As pessoas não nascem com virtudes. Nós as adquirimos e evoluímos."
Pelo contrário, as pessoas nascem com o que podemos chamar de defeitos, ou mesmo "características ruins".
Todos nascemos com egoísmo, preguiça, luxuria, extravagância, avareza, inveja, ira, etc. Claro que existem as características ruins que adquirimos já grandes, pelo contato com outras pessoas -o que não deixa de ser apenas uma evolução o que já nos vem "acoplado", mas isso já minha divagação- por más experiências, e tudo mais.
Logo que nascemos somos incitados pelas pessoas ao nosso redor sobre o que é bom e o que é mau, o que podemos ou não fazer. E isso nada mais é do que o principio de nosso própria evolução.
Conforme crescemos e estabelecemos relações com as pessoas que convivemos é que aprendemos sobre virtudes e defeitos, e é ai que começamos a realmente amadurecer.
Sendo assim podemos afirmar que:
"Bondade é o mesmo que crescer".
Essa é minha teoria por, por observar, consegui ver que quanto mais se entende sobre as virtudes e defeitos, mais se amadurece. Quando entendemos o mal que nossos defeitos causam -tanto a outros como à nós mesmos- nos esforçamos para não mais comete-los, e assim ganhamos nossa virtude, e em meio a tudo isso, nós crescemos, amadurecemos...
Nós nunca deixaremos completamente de ter esses defeitos e errar, é claro, pois infelizmente eles já nascem em nós. Somos seres humanos, nunca conseguiremos realmente alcançar o Nirvana. Nossa apoteose jamais será completa. Mas podemos sempre nos orgulharmos de sermos bons...
Por crescer.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Página em Branco
Diferente da música, ela não podia. Não conseguia.
Sua alma e coração estavam em pedaços. Milhares de cacos distribuídos pelo chão...
A cama sugava Victoria para o buraco negro da ilusão de que um dia ela foi inteira.
Já não entendia o significado do próprio nome.
Só conseguia pensar que seu nome estava errado. "Devia ser Marina" pensava ela "ou Elisa".
Nunca se sentiu tão distante do conforto que seu nome trazia.
Observava da cama, os feixes de luz que entravam pelas pequenas frestas da sua janela. Até ouvia os pássaros cantarem, enquanto tateava a esmo seus estilhaços para tentar se recompor.
Afinal, o tempo não espera suas dores diminuírem para começar um novo dia. Ela sabia disso, mas não estava pronta para encarar nem a si mesma.
Neste dia, Victoria levantou às três, foi ao banheiro, evitou os espelhos e voltou a deitar. Passou o dia procurando os pedaços de sua alma.
O coração podia ficar pra depois. Sua alma não.
Infelizmente não teve efeito. Não achava nada e o que achava, não encaixava mais.
Se sentia vazia, mas encarou o mundo mesmo assim.
Agora quando pensava no amanhã, no futuro, Victoria só conseguia visualizar uma página em branco.
Temeu isso sua vida toda. A falta desse tipo de visão, sempre causa danos...
Mas para seu espanto, ela já não tinha tanto medo disso.
Não sabia como ou porque, mas o vazio lhe presenteara com uma tal liberdade que nunca havia sentido.
O que iria encontrar ao por os pés fora de casa era uma enorme mistério.
Isso agora, a fazia sorrir.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
A cor da Alma
O que fazer quando dói?....
Eu acordo e dói.
Eu durmo e dói.
Eu como e dói.
Eu lembro e dói.
Eu tento esquecer e dói.
São poucas as coisas que me fazem esquecer de tudo. São poucas as coisas que me desligam.
Quando eu estou no trabalho, eu quero que a hora passe rápido... mas ao mesmo tempo eu queria que durasse mais um pouco.
Porque lá, é quando me desligo.
Tenho tantas outras preocupações lá, que me esqueço da minha vida.
Só consigo pensar em planos, metas, recibos, aulas...
Esqueço dores, solidão, problemas, coração apertado... esqueço até de mim. Do meu egoísmo, egocentrismo, depressão... da falta de vontade de tudo.
Inclusive viver.
Sinto tudo tão distante de mim quando sento no ônibus pra vir pra casa... amigos, família, carinho, compreensão Nos últimos tempos sinto distante até a unica coisa que me mantinha sã, que me tentava fazer acreditar que não estava tudo distante. Até essa unica coisa, agora me parece distante.
Meu uniforme é cinza.
Mesma cor da minha alma no momento.
Pra piorar a insônia resolveu aparecer, pra me fazer sofrer mais horas por dia. E quando finalmente pego no sono, meu inconsciente não me deixa esquecer desse agora.
Me pego chorando nessas noites, perguntando ao destino quando as cores vão voltar. Quando os sorrisos pra mim, voltarão a ser verdadeiros. E quando o calor dos sentimentos vai me atingir de novo...
Todo "amanhã a gente conversa" me soa incompleto. Na verdade é como se me enforcassem, no exato momento em que escuto isso do outro lado da linha... Aquele típico nó na garganta e dor no coração, que só me deixa dizer "ta bom" enquanto minha alma volta pro cinza...
Será que um dia ela realmente... ah... deixa pra lá!
sábado, 28 de julho de 2012
Quando as músicas falam por si só.
Grand' Hotel
Kid Abelha
Se a gente não tivesse feito tanta coisa,
Se não tivesse dito tanta coisa,
Se não tivesse inventado tanto
Podia ter vivido um amor Grand' Hotel.
Se a gente não fizesse tudo tão depressa,
Se não dissesse tudo tão depressa,
Se não tivesse exagerado a dose,
Podia ter vivido um grande amor.
Um dia um caminhão atropelou a paixão
Sem teus carinhos e tua atenção
O nosso amor se transformou em "Bom Dia"...
Qual o segredo da felicidade?
Será preciso ficar só pra se viver?
Qual o sentido da realidade?
Será preciso ficar só pra se viver?
Se a gente não dissesse tudo tão depressa,
Se não fizesse tudo tão depressa,
Se não tivesse exagerado a dose,
Podia ter vivido um grande amor.
Um dia um caminhão atropelou a paixão
Sem teus carinhos e tua atenção
O nosso amor se transformou em "Bom Dia"...
Qual o segredo da felicidade?
Será preciso ficar só pra se viver?
Qual o sentido da realidade?
Será preciso ficar só pra se viver?
Só pra se viver.
Ficar só
Só pra se viver...
Ficar só...
No momento essa música diz tudo o que eu gostaria de dizer...
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